quinta-feira, 6 de agosto de 2009

VIII Encontro Internacional de Estudos Medievais

. quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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Hoje vim falar de algo academico, aproveitando que as ferias foram adiadas para lembrar-vos um pouco da universidade huahuahuahuahuahauha.
Pois bem, do dia 11 ao dia 14 de agosto de 2009 ocorrerah na Universidade Federal do Espirito Santo, em Vitoria, um grande encontro para todos que como eu sao apaixonados pelo medievo, e por meio da minha postagem hj no Lado B vim convidar todos voces para comparecerem, a taxa de inscriçao eh de 80 reais e a hospedagem e a viagem deverao ser pagas a parte, uma vez que os brilhantes alunos do curso de historia da Universidade Federal de Uberlandia preferiram fretar um onibus pra ANPUH (exatamente, os ALUNOS quiseram ir ao encontro nacional da Associaçao Nacional dos PROFESSORES Universitarios de Historia, extremamente proveitoso nao?) pra puxar saco, lamber chao, pagar pau, lamber saco, etc... dos professores que lhes
dao bolsa.
Mas se vc, q nao eh como os outros cabeças de pudim do INHIS, quer realmente fazer uma viagem que lhe some conhecimentos, enriqueça seu curriculo e te faça aprender coisas novas, venha pra UFES, entre em http://www.cchn.ufes.br/depfil/viiieiem/ preencha sua inscriçao, escolha algum mini curso e assista as palestras, pq essa oitava ediçao promete!

ANPUH de -- eh ----! EIEM rulez!
ahuhsuahsuhaushuahsuhasuhauhsa
Abraços, Pedro Benedetti

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Secos e Molhados

. segunda-feira, 20 de julho de 2009
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Hoje ecreverei sobre um fenômeno musical brasileiro, que aprendi a gostar e admirar na minha fase fã da música nacional.

Em 1970, o cantor e compositor João Ricardo, em viagem às proximidades de Ubatuba, teve sua atenção voltada para um letreiro onde estava gravada a expressão "Secos e Molhados". Adotou então o nome e criou a banda, que teve sua primeira formação em 1971.

Essa formação, no entanto, se desfez no mesmo ano. Em 1972 consolidou-se a formação clássica com Gerson Conrad, João Ricardo e Ney Matogrosso. Em novembro daquele ano fizeram a primeira temporada no Teatro do Meio, no Ruth Escobar, doublé de casa noturna: “Casa de Badalação & Tédio”. Durante as apresentações conheceram o futuro empresário, o jornalista Moracy do Val, que lhes propôs gravar o primeiro disco.

As gravações começaram em 23 de maio de 1973 e duraram quinze dias. O disco foi lançado quatro meses depois e ao fim do mês de setembro chegaria á marca inacreditável de trezentas mil cópias vendidas. Tornou-se o maior fenômeno da musica popular do Brasil, batendo todos os recordes de vendagem de discos até então. Participaram de vários programas de televisão, deixando o país em polvorosa.

Em novembro mostraram-se para o Rio de Janeiro num show único no Teatro “Thereza Raquel” para sentirem a recepção do público carioca. Foi preciso chamar a polícia de choque para conter o assédio das pessoas que compareceram em numero três vezes superior á lotação do teatro.

Em junho de 1974 começaram as gravações do segundo álbum. Em agosto aconteceu o lançamento no programa “Fantástico” e ao mesmo tempo o término dessa formação, em consequência de brigas internas entre os membros. João Ricardo tentou depois ressuscitar o Secos e Molhados pelo menos quatro vezes, com diferentes formações, nenhuma incluindo qualquer outro membro original do grupo.

Na opnião de Luiz Carlos Maciel:

"Se, naquele tempo, uma nave mãe tivesse pousado, por exemplo, na Praça dos Três Poderes em Brasília e despejasse através de suas portas alguns alienígenas, ela não teria causado um impacto, uma perplexidade e um maravilhamento que pudessem rivalizar com os provocados pelas primeiras apresentações ao vivo de um novo grupo de música popular brasileira chamado Secos e Molhados. Foi um espanto! O impacto inicial era visual: nunca se tinham visto aquelas roupas, aquelas maquiagens, aquelas cores e desenhos; e mais: a movimentacão no palco, em especial a coreografia exótica e sensual de Ney Matogrosso, era simplesmente desconcertante. O impacto seguinte era sonoro, o espanto também era auditivo. O som dos Secos e Molhados surpreendia não apenas pelo timbre e registro insólitos da voz de Ney, mas também impressionava pela sua musicalidade exuberante, nas composições agudas e envolventes, nos arranjos modernos mas sutis e na qualidade contagiante das interpretações. A fase áurea dos Secos & Molhados é um momento singular da música popular brasileira. E eles só tiveram fase áurea! Surgiram e acabaram logo, para dar lugar a carreiras solo de seus componentes, como se tivessem sido o brilho súbito de um quasar, uma suava explosão, um sonho irreptível."

Abraços.

Matheus Carvalho".

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