domingo, 31 de maio de 2009

Para além da Wikipédia

. domingo, 31 de maio de 2009
1 Comentários

Por: Érick Delemon 

 

600px-Wikipedia-W-bold-in-square.svgPessoal, hoje quero ser um pouco disruptivo com relação aos meus posts anteriores – em geral nostálgicos – para falar de algo mais atual e que prometo tratar pormenorizadamente no meu próprio blog, ainda que num futuro nebuloso. Muitos estão acostumados com a maior enciclopédia do mundo: a Wikipédia! Mas poucos se aventuram nos seus projetos irmãos, como são chamados pelos editores. A iniciativa ousada da wikipédia de se arrojar a ser a maior, mais completa, atualizada e livre enciclopédia trouxe frutos para seus usuários, na tentativa de abranger o conhecimento humano livre (sem restrições de copyright) para além da enciclopédia.

Wikisource-logo O primeiro – e talvez mais importante – projeto que vai além da pédia é o Wikisource, a biblioteca livre. É um “acervo virtual de textos originais que estejam em domínio público ou possam ser usados livremente”, e abriga interessantes projetos como o Vade Mecum, que visa ser uma coletânea legislativa para pronta consulta. Há também os Textos audíveis, com layout baseado na versão italiana do projeto, conteúdo baseado na alemã e estrutura e organização do wikisource em inglês.

Wikibooks-logo Partindo para outro irmão, temos o Wikilivros, livros abertos para um mundo aberto: onde é possível ao editor escrever livros sobre os mais variados assuntos. Destaco aqui o livro sobre Civilização egípcia, idiomas, e culinária. É um importante projeto que interpola os textos fontes do Wikisource com os artigos da Wikipédia, e pode num futuro render bons 750px-Wikiversity-logo.svgfrutos como uma tríade sustentadora da Wikiversidade, a universidade livre – de longe o mais ousado projeto de toda a Wikimedia Foundation – visando o estudo autonômo on-line. E mesmo sendo mais recente projeto da língua portuguesa, já conta com um interessante curso de Introdução à Língua Latina em estruturação.

Por fim temos o Wikinotícias, o Wikcionário e o Wikimedia Commons, como depósito de multimídia utilizada por todos os demais projetos. Fico por aqui com essa visão geral dos proejtos irmãos da Wikipédia. Ainda pretendo escrever mais sobre cada um, e saindo da mera descrição pra tentar analisar problemas, vantagens e futuro de todo esse mundo wiki.

Sem mais,

 

Érick.

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sábado, 30 de maio de 2009

Vanguart

. sábado, 30 de maio de 2009
3 Comentários

Por: Lílian Carvalho

Olá a todos do Lado B de um Disco Trash!
Desculpem-me a ausência nos dois sábados anteriores em que não postei nada por aqui, e sigo com meus posts sobre música, uma das coisas que mais me interessa.

Falo hoje de uma banda que está a muito pouco tempo na ativa, mas que já conquistou seu espaço no território nacional de bandas alternativas. Vanguart.

Eles me apareceram aos poucos, por meio de clips na tv, entrevistas aqui, grandes nomes falando sobre e foi num belo dia que eles me apareceram em Uberlândia, cidade onde moro, num show patrocinado pela UFU.
Assisti ao show. Na verdade eu só conhecia uma música: "Semáforo".
Mas o que mais me chamou a atenção em relação a eles foi a presença de palco de Hélio Flanders, seu vocalista. Impressionante sua envolvência em suas músicas próprias, seu folk rock , seu sentimento audio visual perceptível a quem o assiste em frente a banda musicalmente impecável.
Eles estão juntos menos de quatro anos e já participam da mídia. Se bem que não importa o tempo que essa banda está na ativa, e sim, sua qualidade.
Só quem assiste aos shows sabe do que eu estou falando. Eles são muito bons no CD, mas ao vivo é outra coisa. Quase todo artista é assim (digo quase pq existem os playback até hoje,acredite).
O Vanguart grovou um CD em estúdio o Vanguart, dois discos caseiros The Noon Moon e Ready To... , mais o CD e DVD Multi Show Ao vivo. É...se tá no Multi Show, canal da TV Globo, já tá praticamente engolido pela mídia. Não sei se vão concordar comigo, mas o reconhecimento da banda pelo público é essencial pra que uma banda continue na ativa, mas é bem mais interessante que eles continuem no cenário alternativo, onde quem ouve é quem realmente gosta desse tipo músical e não acontece nenhuma banalização da banda pela mídia. E quase sempre as bandas continuam com suas características de início.
Tomara que o Vanguart não mude. É inegável que foi por causa da mídia que eles me apareceram, mas eles já eram conhecidos no cenário e impreterívelmente eu os conheceria de qualquer jeito.

Hasta la vista!

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